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Montagem da Carteira de Investimentos: teoria e exemplos

Montagem da Carteira de Investimentos: teoria e exemplos

Publicado em: 14/07/1986

A montagem da carteira de investimentos deve ser feita de forma racional, baseada em uma estratégia de investimentos cuidadosa, analisando cada produto, antes de incluí-lo.

O mercado dispõe de uma ampla variedade de produtos financeiros, que oferecem diferentes rentabilidades e diferentes níveis de risco. Além disso, as pessoas possuem objetivos e horizonte de investimentos diferentes, além de divergirem na disposição a correr riscos.

Com isso, não é possível afirmar que uma alocação ou uma carteira de investimentos predeterminada seja a melhor opção para todos os investidores. É preciso estudar caso a caso, para só então selecionar as alocações mais adequadas para cada investidor.

O risco de uma má alocação de investimentos é terminar com uma carteira insatisfatória, com baixo retorno ou que seja mais volátil do que o investidor considera aceitável.
Uma boa montagem da carteira de investimentos consegue conciliar risco e retorno que levarão o investidor ao seu objetivo.

Alguns aspectos importantes para a seleção de ativos, são: a volatilidade, a rentabilidade, o prazo e os custos. Inicialmente deve-se definir qual o prazo e o risco desejado para a aplicação, para definição do tipo de produtos ideal. Uma vez definido o tipo de produto, a rentabilidade e os custos serão os diferenciais para concluir a seleção entre as opções disponíveis no mercado.

Exemplos de Montagem da Carteira de Investimentos

Seguem alguns exemplos de montagem, mas como dito anteriormente, a montagem da carteira de investimentos na prática, deve ser estudada caso a caso.

Seus investimentos devem se concentrar em produtos menos voláteis. Com isso, o investidor conservador pode escolher entre os diversos produtos de renda fixa disponíveis.

Ao lado um exemplo para uma carteira conservadora.

O investidor com perfil moderado deseja segurança em seus investimentos mas aceita algum tipo de risco para obter retornos acima da média.

Busca ganhos a médio-longo prazo e, geralmente, detém algum tipo de conhecimento sobre investimentos. O investidor de perfil moderado almeja uma rentabilidade que supere a inflação, obtendo ganhos reais para o seu patrimônio.

O perfil moderado-agressivo está disposto a assumir riscos em busca de melhores rentabilidades e resultados consistentes no longo prazo.

Esse investidor não se incomoda tanto com as oscilações de curto e médio prazo no seu patrimônio. Assim, opta por produtos mais arriscados com objetivo de obter ganhos acima da média.

Este investidor busca retornos expressivos, suportando os riscos envolvidos, lidando com naturalidade com prejuízos e longos períodos no negativo, se necessário.

O investidor agressivo está associado a clientes que possuem total conhecimento e domínio do mercado financeiro e de investimentos. Além disso, sua situação financeira atual lhe permite arriscar mais e consegue encarar oscilações mais fortes na carteira.



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